Es.pa.ço s. m. 1. Fís. Extensão tridimensional ilimitada ou infinitamente grande, que
contém todos os seres e coisas e é campo de todos os eventos.
I.ma.gi.ná.rio adj. 1. Que só existe na imaginação. 2. Que não é real. 3. Ilusório. S. m. Escultor de imagens.



quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Cinco livros...

Sem muitas idéias sobre o que postar eu resolvi fazer uma listinha dos meus livros favoritos... Então, toda semana vai aí uma lista de 5 livros que eu AMO, não só de Arq e Urb, mas também sobre outros temas pertinentes à nossa condição humana...
Essa semana os selecionados foram:
1. Cidades Invisíveis, de Ítalo Calvino
O mote do livro parece simples: o mercador veneziano Marco Polo, embaixador do Grande Kublai Khan, imperador dos tártaros, relata as numerosas cidades visitadas em suas missões diplomáticas. Parece, repito, porque o livro se desdobra em uma trama complexa à medida que a viagem prossegue. Nas palavras de Marco Polo as cidades descritas ganham contornos fantásticos, líricos, literários, atemporais e tais: a cada novo relato Ítalo Calvino, unindo poesia e uma boa dose de filosofia, discorre sobre a cidade, esse organismo complexo, controverso, simbólico e incrivelmente fascinate.
2. O Morro dos Ventos Uivantes, de Emily Bronte
Poucos romances conseguem ser ao mesmo tempo tão cativantes e tão perturbadores quanto este livro, escrito por uma jovem e enfermiça professora inglesa. O texto trágico e romântico de Bronte conta a história do atormentado amor de Catherine Earnshaw, uma caprichosa jovem de uma boa família inglesa, e Heathcliff, o mais vilanesco de todos os heróis dos romances vitorianos. O Morro dos Ventos Uivantes é um livro atemporal, romântico, trágico, denso: tentar desvendar essas personagens tão sombrias é um mergulho vertiginoso dentro da crueza e da doçura da alma humana.
3. A menina que roubava livros, de Markus Zusak
Quem poderia esperar que uma história contada pela morte se tornaria uma bela lição de vida? No livro de Markus Zusak a Morte, ela mesma, conta a história de Leisel Meminger, a menina que roubava livros, uma órfã que é acolhida, na Alemanha nazista, pelo casal Hubberman. Ao longo da história, Leisel conhece personagens marcantes, com os quais ela aprende mais sobre a vida e a morte. À medida em que a guerra prossegue, Leisel encontra nos livros, e nas pessoas que ela conhece, uma forma de superar a guerra, o ódio, a tristeza e o medo.
4. Saber ver a Arquitetura, de Bruno Zevi
Para quem já passou ou está passando pelo curso de Arquitetura e Urbanismo, as apresentações são dispensáveis. Para quem não conhece, é um dos livros mais emblemáticos na Teoria da Arquitetura. Começando com uma análise da crítica da arquitetura e da necessidade de saber interpretá-la segundo conceitos adequados, Zevi parte do modernismo para analisar o tratamento do espaço na história da Arquitetura.
5. A cidade na História, de Lewis Mumford
Em A cidade na história Mumford trata do surgimento e evolução das cidades ao longo da história da sociedade. Das organizações mais primitivas, às cidades-estado gregas, da gloriosa Roma às Bastides e burgos medievais, da cidade renascentista à cidade industrial do século XIX, o livro de Mumford convida a uma viagem no urbanismo através da história da humanidade.

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